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COPA LIBERTADORES

A trajetória do Verdão na maior competição de clubes da América

Conquista do bicampeonato e diversos recordes quebrados

Campeão da Libertadores da América em 1999, o Palmeiras alcançou a tão sonhada conquista do bicampeonato na edição de 2020, cuja final fora disputada no dia 30 de janeiro de 2021, após bater o Santos em emocionante final de jogo único no Maracanã, nos minutos finais da partida, por 1 a 0, com gol de Breno Lopes. Nesta edição da Libertadores, o Palmeiras obteve ótimo aproveitamento: somou dez vitórias, dois empates e uma única derrota nos 13 jogos disputados, além de 33 gols marcados (melhor ataque, ao lado do River Plate-ARG) e seis sofridos. Esta foi a quinta vez em…

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Marcas ampliadas e vitórias fora de casa

Em uma retrospectiva da campanha palmeirense na Libertadores 2019, é importante destacar a ótima atuação do time palestrino na primeira fase da competição. Aliás, pelo segundo ano consecutivo, o Verdão protagonizou a melhor campanha da primeira fase da Conmebol Libertadores. Foram 15 pontos conquistados, com cinco triunfos (sendo duas vitórias sobre o Junior Barranquillla-COL, outras duas sobre o Melgar-PER e mais uma diante do San Lorenzo-ARG) e apenas uma derrota (para o San Lorenzo, na Argentina) – aproveitamento de 83,3%. O Cruzeiro também fez 15 pontos, mas ficou atrás do Verdão no saldo de gols (12 a 9). Nas oitavas…

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Quebra de recordes e artilharia

O Palmeiras iniciou a Libertadores de 2018 sob o comando do treinador Roger Machado. Em sua 18ª participação no Continental, o Verdão se tornou a equipe que mais vezes participou do mais importante torneio de clubes das Américas, ao lado de Grêmio e São Paulo. De quebra, o Verdão ainda contou com um dos artilheiros do torneio: o colombiano Miguel Borja, camisa 9 palmeirense, empatado com Wilson Morelo, do Independiente Santa Fé-COL – ambos com nove gols. Na primeira fase, o Alviverde foi o dono da melhor campanha geral, empatando apenas um jogo e vencendo todos os outros, com 14…

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Testes para cardíacos e batalha campal

A participação do Palmeiras na Conmebol Libertadores Bridgestone 2017 ficou marcada por momentos emocionantes. Verdadeiros testes para cardíacos, com vitórias garantidas com gols no último minuto, virada improvável e até a uma briga generalizada em solo uruguaio. Após liderar o Grupo 5 durante toda a primeira fase – chave da qual também participaram Club Atlético Tucumán (ARG), Jorge Wilstermann (BOL) e Peñarol (URU) –, o Palmeiras sofreu um tropeço nas oitavas de final, contra o Barcelona-EQU. Um gol sofrido aos 45 minutos do segundo tempo no jogo de ida fez com que o time não conseguisse reverter o resultado no…

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Estádio novo e despedida com goleada

Campeão da Copa do Brasil de 2015 após uma temporada de reconstrução, o Palmeiras manteve a base para o ano seguinte e sonhava alto. Na Libertadores, pórem, caiu em um grupo difícil com os tradicionais Nacional-URU e Rosario Central-ARG e com o emergente River Plate-URU.  Na estreia, contra o River uruguaio, fora de casa, empate por 2 a 2. Gabriel Jesus, com a camisa 12 de São Marcos, deixou a sua marca. Na sequência, em uma partida de altos e baixos e com a força da torcida, derrotou o Rosario Central por 2 a 0, no Allianz Parque -…

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Força da torcida e desclassificação precoce

Ausente da Copa Libertadores desde 2009, quando foi eliminado nas quartas de final pelo Nacional (URU), o Palmeiras voltou a participar da competição continental em 2013. O Verdão estreou com vitória nesta edição do torneio, vencendo o Sporting Cristal (PER) por 2 a 1, no estádio do Pacaembu. Na fase de grupos, o Alviverde ganhou todas as partidas dentro de casa, fato que não acontecia desde 2001. Desacreditado, o time palmeirense garantiu a sua classificação às oitavas de final do torneio com uma rodada de antecedência, após superar o Libertad (PAR), por 1 a 0, em São Paulo.   A…

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Gol espírita e eliminação sem derrota

Em 2009, o Palmeiras passou facilmente pelo Real Potosí (BOL) na primeira fase da competição, mas, na fase de grupos, não teve tanta tranquilidade para se classificar. Em seis jogos, venceu três, empatou uma e perdeu duas, sendo que a vaga nas oitavas de final só veio na última partida, contra o Colo Colo, no Chile, quando Cleiton Xavier acertou uma bomba no ângulo os 42 minutos do segundo tempo. Nas oitavas de final, o Palmeiras despachou o Sport-PE com muito sacrifício. Venceu por 1 a 0 o primeiro jogo no Palestra Italia, mas, na Ilha do Retiro, o time…

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Filme repetido e dupla de goleadores

Na edição de 2006, o Palmeiras teve outra participação discreta na Libertadores e, por sinal, a trajetória da equipe praticamente se repetiu em comparação com a campanha realizada no ano anterior, em 2005. Desta vez, o Verdão eliminou o Deportivo Táchira (VEN) na primeira fase, classificando-se assim para a fase de grupos. Em seguida, dentro de sua chave, o Alviverde disputou a classificação às oitavas de final com Cerro Porteño (PAR), Atlético Nacional (COL) e Rosário Central (ARG). Com sete jogos, três vitórias, três empates e apenas uma derrota, o Palmeiras garantiu acesso às oitavas em segundo lugar no grupo,…

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Queda nas oitavas diante de um velho rival

Em 2005, o Palmeiras teve uma participação discreta na Copa Libertadores e caiu nas oitavas de final. Naquele ano, o Verdão ainda precisou disputar a fase preliminar da competição, quando eliminou o Tacuary (PAR) para garantir a classificação para a fase de grupos. Dentro de sua chave, o Palmeiras, liderado pelo pentacampeão mundial com a seleção brasileira Juninho Paulista, concorreu pelo acesso às oitavas com Santo André-SP, Cerro Porteño (PAR) e Deportivo Táchira (VEN), classificando-se em segundo lugar (atrás do Cerro Porteño). Nas oitavas de final, o Palmeiras foi eliminado pelo rival São Paulo, que curiosamente veio a ser o…

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Arbitragem trágica e novo artilheiro

Em 2001, pela primeira vez em sua história, o Palmeiras disputava a Libertadores pela terceira vez seguida. O algoz, novamente, foi o Boca Juniors, agora nas semifinais. O primeiro dos dois embates decisivos (disputado em La Bombonera) ficou marcado como um dos jogos mais mal apitados em todos os tempos na competição. O árbitro paraguaio Ubaldo Aquino marcou um pênalti que não existiu a favor dos argentinos e ainda expulsou o volante Fernando, que não havia feito nada, além de não marcar um pênalti escandaloso em cima do mesmo Fernando, momentos antes de sua expulsão. No segundo duelo, em noite…

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Rival eliminado de novo e vice nos pênaltis

Repetindo o feito do ano anterior, o Verdão chegou mais uma vez a uma final de Libertadores. Em 2000, porém, a história não teve final feliz. Após dois angustiantes empates nos jogos finais (2 a 2 em La Bombonera e 0 a 0 no Morumbi), Palmeiras e Boca Juniors decidiram o título nas penalidades. Desta vez, o Alviverde foi superado por 4 a 2. Apesar de não conquistar o título, o Verdão também proporcionou aos torcedores momentos de alegria em sua trajetória. O mais memorável deles foi, sem dúvidas, a eliminação do rival Corinthians, nas penalidades, quando o goleiro Marcos…

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Canonização de Marcos e título inédito

O Palmeiras garantiu vaga na Libertadores de 1999 ao se sagrar campeão da Copa do Brasil de 1998. Com um superesquadrão montado pelo técnico Luiz Felipe Scolari, finalmente o Verdão conseguiu quebrar o tabu e levantar o troféu mais importante da América do Sul. As honras, porém, ficaram para um certo goleiro chamado Marcos, que em questão de meses passou de quase desconhecido à condição de divindade no Palestra Italia. Foi em 1999 que Marcos assumiu a titularidade do Palmeiras. Substituiu o contundido Velloso ainda na fase de grupos, ajudou a equipe a eliminar o então campeão Vasco nas oitavas…

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Maior vitória da história e quase milagre

Com a conquista do bicampeonato brasileiro em 1994, o Palmeiras garantiu presença na Libertadores de 1995 e, pela segunda vez em sua história, disputava duas edições da competição sul-americana consecutivamente (a outra foi em 1973 e 1974). Episódios emocionantes e inéditos aconteceram com o Palmeiras durante sua trajetória, a começar pela classificação na fase de grupos, que foi garantida após uma incrível goleada por 7 a 0 diante do El Nacional (EQU) – a maior já aplicada pelo Verdão na Libertadores em todos os tempos, superando os 6 a 1 em cima do Boca Juniors (1994). Já nas fases decisivas,…

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Goleada impiedosa e excursão fatídica

Com a chegada da Parmalat em 1992, o Palmeiras voltou a ser protagonista no futebol brasileiro, acabou com um jejum de 16 anos sem títulos ao levantar três canecos em 1993 e, na temporada seguinte, reapareceu na Libertadores 15 anos depois da sua última participação. De cara, o Verdão suou para se classificar em seu dificílimo grupo, composto também por Cruzeiro e os argentinos Boca Juniors e Vélez Sarsfield (que viria a ser campeão). Foi nesta batalha em busca da classificação para os mata-matas que o Palmeiras registrou um feito histórico: jogando contra o Boca Juniors no estádio Palestra Italia,…

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Veterano de verde e participação discreta

Mesmo com Pedro Rocha vestindo a camisa alviverde, o Verdão não foi longe em 79 Para os torcedores do Palmeiras, a Copa Libertadores de 1979 é lembrada até os dias atuais pela passagem marcante do uruguaio Pedro Rocha, que, à época, era um dos jogadores mais populares do Brasil – foi ídolo do Peñarol (URU) e também fez história no cenário nacional vestindo a camisa do São Paulo. Ao 37 anos, o veterano meio-campista foi contratado especificamente para defender o Palmeiras na Taça Libertadores. No entanto, apesar de possuir um elenco relativamente forte, que contava com outros craques como Jorge…

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Copa do Mundo e Palmeiras desfalcado

O Palmeiras estava em evidência no cenário futebolístico no início da década de 70, já que havia conquistado títulos importantes, como o bicampeonato brasileiro em 1972/73, e tinha uma equipe que encantava pela forma como envolvia seus adversários . No entanto, na temporada de 1974, o Alviverde foi vítima de alguns impasses. Como se não bastasse disputar a Copa Libertadores simultaneamente ao Campeonato Brasileiro, o Palmeiras ainda teve que conviver com um grande problema: os desfalques. Sem poder contar com seus principais jogadores (Leão, Luís Pereira, Alfredo Mostarda, Ademir da Guia, Leivinha e César, todos convocados para defender a seleção…

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Grupo da Morte e erro de juiz no desempate

Erros de arbitragem contra o Palmeiras são comuns até os dias de hoje. E na principal competição da América do Sul, os donos do apito tiveram sua primeira grande interferência na história alviverde em 1973, quando o Verdão poderia ter chegado mais longe se não tivesse sido vítima de uma clara injustiça. O Palmeiras estava no chamado Grupo da Morte, com o Botafogo e dois times uruguaios: Peñarol, então tricampeão da Libertadores (1960, 1961 e 1966), e Nacional, campeão pouco tempo antes (1971). Os dois brasileiros terminaram a primeira fase empatados na liderança, mas, como apenas um clube avançaria, foi…

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Surgimento da Segunda Academia e queda na semi

Finalista das Libertadores de 1961 e 1968, o Palmeiras por pouco não repetiu o feito em 1971 – parou nas semifinais. O time já não tinha a mesma cara daquele que fez história nos anos 60 e recebeu o apelido de Academia pelo belo futebol. No entanto, o elenco palmeirense de 1971 ainda carregava o legado da geração anterior, ou seja, manteve algumas peças importantes (como, por exemplo, o meia Ademir da Guia e o volante Dudu) e as mesclou com outros jogadores promissores. A combinação de tradição e novidade foi a fórmula perfeita para o Palmeiras renascer como uma…

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Artilharia isolada de Tupãzinho e outro vice

Após o vice-campeonato em sua primeira participação na Libertadores (1961), o Palmeiras ressurge na 9º edição da competição mostrando sua força mais uma vez. Vencendo 11 das 15 partidas disputadas, o certame só não foi melhor para o Verdão porque, novamente, a equipe ficou com a segunda posição na classificação final. Dando prioridade à Libertadores naquele ano, o Palmeiras era um forte candidato ao título. No entanto, a saída repentina do treinador Mário Travaglini, em pleno campeonato, traria consequências que poderiam culminar na eliminação precoce do time. O clima caótico logo foi superado porque Julinho Botelho, então técnico das categorias…

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Estreia honrosa com um vice-campeonato

Ao conquistar o título brasileiro de 1960, o Palmeiras garantiu vaga para disputar, no ano seguinte, a Copa Libertadores pela primeira vez em sua história. Em 1961, portanto, o Alviverde estreou na principal competição sul-americana, que naquela edição contava com 9 equipes (duas a mais do que no ano anterior), e fez bonito. Logo em sua primeira partida, o Palmeiras de Djalma Santos e Julinho Botelho venceu o prélio diante do Independiente (ARG) por 2 a 0, na casa do adversário. A honra de marcar o primeiro gol do Verdão na competição coube ao ponta-esquerda Gildo. Durante o certame, o…

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